Teoria dos sentimentos morais adam smith pdf




















Paris: INED, Political essays, Cambridge: Cambridge Univ. Press , The fable of the bees, or private vices, publick benefits. Oxford: Clarendon Press, ]. An essay on the history of civil society. Cambridge: Cambridge Univ. Rashid , Campbell e Skinner e a nota de F. Kay ao texto de Mandeville II, Essays on philosophical subjects. Two treatises of government. Peter Laslett. Ainda que cada produtor esteja apenas perseguindo seu interesse individual, ele acaba, dessa maneira, atendendo ao interesse dos demais.

Manchester: Manchester Univ. Press, , pp. Economics and philosophy, v. Journal of economic literature, v. Abrir menu Brasil. Brazilian Journal of Political Economy. Abrir menu. HUGO E. E-mail: hugo cedeplar. Sobre o autor. MUN, Thomas. Scottish journal of political economy, v. SEN, Amartya. Oxford: Clarendon Press, , pp.

Indianapolis: Liberty Fund , Indianapolis: Liberty Fund, a. Lectures on rhetoric and belles lettres. Indianapolis: Liberty Fund, Note-se que J. Smith, nos termos da carta acima, e por conseguinte o cargo de professor de Filosofia Moral desta Universidade foi declarado vago. Filangieri, La scienza della legislacione, lib. II, p. Entre as doutrinas duvidosas que o Sr. Veja-se o Registro Anual de Ross, filha do falecido Patrick Ross, cavalheiro de Innernety.

Observou ainda que o Sr. Todas as obras do Sr. Os amigos do Sr. Depois do que escrevi acima, fui agraciado pelo Dr. Morreu poucos dias depois. Hutton, que o Sr.

Hume, escrita pelo Sr. O comportamento furioso de um homem irado provavelmente tende a nos exasperar mais contra ele do que contra seus inimigos. Trata-se de um caso semelhante. Como ficam aliviados os infelizes quando encontram uma pessoa a quem podem comunicar a causa de sua dor! Podem facilmente evitar de ser amigos de nossos amigos, mas dificilmente podem evitar de ser inimigos daqueles de quem estamos afastados.

O homem que se ressente das ofensas que me infligiram, e nota que me ressinto exatamente da mesma maneira que ele, necessariamente aprova meu ressentimento. Mas na vida comum, quando julgamos a conduta de qualquer pessoa e os sentimentos que a orientaram, consideramo-los constantemente sob esses dois aspectos. Afetam-me muito mais de perto. A pessoa diretamente atingida sente isso, mas ao mesmo tempo deseja, apaixonadamente, uma solidariedade mais completa. Selby-Bigge, Oxford.

A perda de uma perna pode ser considerada, de modo geral, como uma calamidade mais real do que a perda de uma amante. A dor nunca provoca nenhuma simpatia muito viva, salvo se for acompanhada de perigo. Concebemos de maneira muito mais viva e distinta a dor que procede de uma causa externa do que aquela que se origina de uma desordem interna.

O medo de Fedra, sua vergonha, seu remorso, seu horror, seu desespero, tornam-se com isso mais naturais e interessantes. O que nossa simpatia pela pessoa que as sente nos faria desejar, nossa solidariedade pela outra nos faria temer.

Enfurecido, gritalhe que se defenda ou se vingue. Mas quando imita as notas da ira, inspira-nos medo. Seja o que for que tenham perdido, em geral podem ser muito felizes sem isso. Esse motivo deve caracterizar todo o nosso estilo e conduta. Os homens, contudo, simpatizam mais prontamente com as alegrias menores que procedem de causas menos importantes. Algo bem diverso ocorre com a dor. Eudoro de Souza. Embora o sofrimento seja excessivo, ainda podemos sentir por ele alguma solidariedade.

Embora fracasse, portanto, facilmente lhe perdoamos. Mas, embora pouco se possa acrescentar a esse estado, muito dele se pode subtrair. O inverso ocorre com o homem que esbanja alegria e sucesso. Por que nos envergonharia mais chorar do que rir diante dos outros? Ao mesmo tempo, sua firmeza coincide perfeitamente com nossa insensibilidade. Dificilmente lhe escapem um gesto ou uma palavra que passem despercebidos. Vida eterna ao grande rei! Mesmo quando a ordem da sociedade parece exigir que nos oponhamos aos ricos, dificilmente somos capazes disso.

Por nenhuma dessas qualidades. Mas que calamidades eram essas? O juiz que ordena que um criminoso seja colocado no pelourinho desonra-o mais do que se o tivesse condenado ao cadafalso. O castigo teria sido muito menor se houvesse crivado todo o seu corpo de balas.

Devemos admitir, contudo, que quase sempre o conquistam; e podem, por conseguinte, ser consideradas em alguns aspectos seus objetos naturais. Infelizmente, nas camadas superiores da vida o caso nem sempre se passa assim. Devemos agora examinar em que consiste o senso de seu bom ou mau merecimento. Seu benfeitor nos parece indigno desse sentimento. Assim, ao simpatizarmos com o sentimento que promove a recompensa, ao aprovarmo-lo, o benfeitor nos parece objeto apropriado de recompensa.

Como nos anima a elevada generosidade que os orienta! Como sofremos com seu fracasso! Nem honras nem recompensas, pensamos, seriam grandes o bastante para conferir-lhe. E quando retribuem adequadamente seus favores, sinceramente os aplaudimos e os compartilhamos. O ressentimento parece nos ter sido dado pela natureza para defesa, e apenas para defesa. Tal pensamento o assombra perpetuamente, enchendo-o de terror e perplexidade.

O comportamento oposto inspira naturalmente o sentimento oposto. Compensam o impulso dessa humanidade fraca e parcial com os ditames de uma humanidade mais generosa e compreensiva.

Temos, pois, de lhes mostrar que deveria ser assim por bem de algo mais. XIII, p. Penguin, Primeiro, deve ser causa de prazer num caso, e de dor no outro. Em certa medida, mesmo o espectador imparcial a percebe. Ainda assim, entretanto, perderam alguma coisa. Podem descobrir tanto bom gosto e genialidade num e noutra.

Contudo, considera-se menos merecedor de castigo e ressentimento, e essa boa fortuna ou diminui ou afasta inteiramente seu sentimento de culpa. A insensatez e desumanidade de sua conduta, seriam, nesse caso, as mesmas; mas muito diversos seriam nossos sentimentos. Mas por que ele deveria se desculpar mais do que qualquer outra pessoa? No entanto, podemos recusar-lhe essa recompensa, sem o censurarmos.

Mesmo assim, podemos-lhe perguntar: O que fizeste? Selby-Bigge, Oxford, Culpa levis. Culpa levissima. Passo a considerar agora mais particularmente a origem dos que dizem respeito aos nossos. Alegra-nos que aprovem nossa figura, e aborrece-nos quando lhes incomoda. Se desse ponto de vista nos agrada, ficamos moderadamente satisfeitos. Vistos nessa luz, se nos aparecem como desejamos, ficamos felizes e contentes.

Seu louvor necessariamente fortalece nosso senso de que somos dignos de louvor. Poder-se-ia imaginar que uma mulher que pinta se envaideceria pouco com os elogios ao seu semblante. Apenas os mais superficiais e mais fracos dos homens podem se deliciar com o louvor que sabem em tudo imerecido.

O amor a ela constitui o amor pela virtude. Uma quase sempre nos faz cair muito abaixo do comum, ou do que se pode chamar natural estado de felicidade, do que o outro porventura nos ergue acima dele.

Pode-se duvidar quando nega o crime de que o acusam. Robert Simpson de Glasgow, e o Dr. O mesmo nem sempre ocorre, quando se trata de poetas, ou os que se valorizam pelo que se chama bela prosa. Quase sempre os outros tampouco sabem. Ou, em outras palavras, a menos que tenham realmente obtido o louvor que julgam devido tanto a uma quanto a outra.

Nesse aspecto, contudo, os homens diferem consideravelmente uns dos outros. Nesses casos, esse semideus dentro do peito, como os semideuses dos poetas, parece descender parte de imortais e parte, todavia, de mortais. Podeis ousar solicitar-lhe qualquer recompensa? No lugar em que me encontro agora, uma imensa paisagem de campinas, bosques e montanhas distantes parece apenas cobrir a pequena janela junto da qual escrevo, e ser desproporcionalmente menor do que o quarto em que estou.

Qual a finalidade de nos atormentarmos com o mundo na lua? Pelo interesse dessa grande comunidade, deveria estar disposto, em todos os momentos, a sacrificar seu pequeno interesse particular.

As dos pais raramente dependem dos cuidados do filho. Raramente se acusa os homens de gostarem mais de seus filhos do que realmente gostam. Suas queixas tendem muito mais a ser objeto de desprezo do que de solidariedade.

Sempre se habituou a ver com os olhos desse grande inquilino tudo o que se relacionasse consigo. Nosso humor melhora ao conversarmos com um amigo, e melhora ainda mais se conversamos com um estranho. Talvez se possa afirmar que, para esses, tal espectador dificilmente exista em algum lugar do universo. Pode-se acreditar que um homem inocente praticou o mal — o que, entretanto, raramente acontece. O velhaco industrioso cultiva o solo, o bom homem indolente o deixa sem cultivo.

Quem deve colher os frutos? O curso natural das coisas decide em favor do velhaco, os sentimentos naturais da humanidade em favor do virtuoso. Ah, Deus! O mesmo ocorre aqui. Se teu benfeitor cuidou de ti quando estavas enfermo, deverias tu cuidar dele se adoentasse? Se devesses cuidar dele, seria por quanto tempo? Pelo mesmo tempo em que ele cuidou de ti, ou mais, e quanto mais? Se teu amigo emprestou-te dinheiro quando estavas aflito, deverias emprestar-lhe dinheiro quando precisar?

E quanto deverias emprestar? E por quanto tempo? Perrault, Fontenelle e Hordas advogaram pelos modernos. Divine Homere, eloquent Ciceron, etc. Ver Carlos V, de Robertson, vol. V, pp. Quando agimos dessa maneira, os sentimentos que influenciam nossa conduta parecem coincidir exatamente com os do espectador. O belo sexo, que comumente tem muito mais ternura do que o nosso, raramente tem igual generosidade.

Provavelmente a caixa contendo as mercadorias que o mascate judeu vende. Raro mulieres donare solent. Quando o primeiro aparece, acreditamos que o segundo vai seguir. Julgamos um deles desajeitado quando aparece sem seu usual acompanhamento.

Os que se acostumaram a ver coisas de bom gosto aborrecem-se ainda mais com tudo que seja grosseiro ou desajeitado.

E parece haver um absurdo do mesmo tipo em ornar uma casa segundo maneiras bem diferentes das prescritas pelos usos e costumes, ainda que os novos ornamentos sejam em si um pouco superiores aos comuns. Pope e o Dr. Swift introduziram, cada um, uma maneira distinta da que anteriormente se praticava em todas as obras escritas em rima, um em versos longos, outro em versos curtos. A variedade agrada mais do que uma uniformidade tediosa e sem diversidade.

Mas cada um deles pode ter, facilmente, excesso dos modos do outro.



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